domingo, 3 de fevereiro de 2013

Anonymous ajudam Amanda



Jovem Canadiana vítima de cyberbullying


"O grupo hacker Anonymous identificou várias pessoas suspeitas de serem responsáveis pelos abusos que conduziram uma adolescente canadiana de 15 anos ao suicídio.Amanda Todd, recorde-se, suicidou-se semanas depois de ter publicado no YouTube um vídeo a denunciar o assédio de que fora alvo durante três anos. Um pedófilo terá convencido a adolescente a mostrar os seios através da internet quando esta tinha apenas 12 anos, utilizando depois a imagem para chantagear a vítima. Amanda não cedeu, e o criminoso acabou por divulgar a fotografia por familiares, amigos, colegas de escola da jovem e por toda a internet.(...)"

In SOL (18.10.2012)

Desemprego e phishing



Cibercrimes bancários em época de crise

"O desemprego e o desespero em resultado da crise estão a consolidar uma forma de fraude informática que desde 2009 registou um ‘boom’ em Portugal, disse à Lusa um responsável pela investigação criminal da Polícia Judiciária.
A fraude chama-se ‘phishing’ e consiste em obter dados pessoais sobretudo para aceder a contas bancárias e fazer branqueamento de dinheiro.(...)"
in semanário SOL  (3.02.2013)

sábado, 24 de novembro de 2012

Mais um suicídio devido ao bullying


«Andrea S. tinha 15 anos e estudava num instituto perto do Coliseu de Roma, onde vivia. Era extrovertido e por vezes chamava a atenção devido à roupa que usava, colorida, e às unhas pintadas.

A sua família e alguns dos seus amigos mais próximos dizem que estava apaixonado, secretamente, por uma rapariga do mesmo instituto onde estudava. No entanto, toda a gente comentava a sua suposta homossexualidade, mesmo no seu próprio mural do Facebook, chamando-lhe "rapaz das calças cor-de-rosa". Na terça-feira, da parte da tarde, Andrea suicidou-se em sua casa, com um dos seus lenços.»

In DN Globo
(24/11/2012)

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Amanda não resistiu a três anos de cyberbullying


«Uma jovem de 15 anos acabou por não resistir a três anos de angústia, que começaram quando perdeu o controlo sobre uma fotografia íntima tirada num momento irrefletido, quando tinha apenas 12 anos.

Há um mês, Amanda Todd publicou um silencioso e dramático vídeo no YouTube onde contava, apenas por palavras escritas, a sua história e o seu desespero.»


In TVI24-Iternacional
(18/10/2012)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Violador que ataca no Facebook vive ao lado de escolas

Violador que ataca no Facebook vive ao lado de escolasUm sargento reformado fingia ter 15 anos em várias redes sociais com o objectivo de abusar de meninas menores.
Foi libertado depois de ser apanhado em flagrante delito e agora vive ao lado de duas escolas.

O Correio da Manhã (CM) revela esta quinta-feira a identidade do violador à solta nas redes sociais. Trata-se de Inácio Monteiro, de 56 anos, primeiro-sargento da Marinha na reforma.

O jornal conta que o sargento reformado fez-se passar por adolescente nas redes sociais e, em Agosto de 2008, violou uma rapariga de 15 anos em Portimão. Um mês depois o individuo foi preso em flagrante delito quando tentava abusar de outra menor de 13 anos, em Oeiras.

De acordo com a acusação do Ministério Público, citada pelo CM, o sargento na reforma mentia sobre a sua idade, através de um perfil falso, retirando contactos de raparigas entre os 12 e 16 anos para depois falar com elas. Inácio Monteiro pedia fotos ousadas às menores e ameaçava divulgá-las quando estas recusavam encontros ao vivo.

Apesar de ter sido detido, o individuo saiu em liberdade, estando a viver em Vale de Milhaços, Corroios, no Seixal, a dez metros do externato Os Infantes e a 50 metros da Escola EB2/3 de Vale Milhaços.

 Inácio Monteiro tem de se apresentar todas as semanas na PSP de Corroios, para além de estar proibido de contactar com as vítimas e de frequentar estabelecimentos públicos onde seja permitido o acesso à internet. Mas dias depois de ter saído em liberdade, a PSP identificou o homem na Vobis do Almada Fórum a navegar na web, em páginas de pornografia infantil, um comportamento que terá mantido até Abril de 2009.

In  Correio da Manhã
(30 de Agosto de 2012)

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

«Bullying. Um terço dos inquiridos pela Proteste já foram vítimas na escola, trabalho ou Net»

Terry Friedman, no Flickr.com / Licença Creative Commons 2.0
«Mais de um terço das 1.240 pessoas inquiridas pela revista Proteste afirmaram já ter sido vítimas de bullying na escola, no trabalho ou na Internet. Os resultados deste inquérito, que vão ser divulgados na edição de setembro da Proteste, indicam que 12% das vítimas de bullying escolar mantêm recordações que os perturbam mesmo na idade adulta. O bullying pode ser definido como um comportamento agressivo, físico ou verbal, repetido no tempo em relação a uma vítima que não é capaz de se defender.» (...) «Na análise feita aos inquiridos que já foram vítimas de bullying no ciberespaço, fica demonstrado que o fenómeno é mais frequente entre os 18 e os 24 anos. Aqui, a estratégia passa por escrever frases replicadas nas redes sociais ou enviar mensagens sem remetente para provocar medo ou intimidar.»

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In http://www.ionline.pt/
(23/08/2012)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

«Bullying online menos frequente que presencial»


 O cyberbullying, que se tornou uma das grandes preocupações dos pais cujos filhos navegam online ou já não dispensam o telemóvel, pode não ser, afinal de contas, uma ameaça tão grande como o bullying presencial, de que as crianças são vítimas na escola ou entre os vizinhos, por exemplo.

A conclusão foi apresentada durante a convenção anual da Associação Americana de Psicologia, esta semana, onde um investigador que se tem debruçado sobre o tema afirmou que, contrariamente ao que se podia esperar, não se tem verificado um aumento gritante do bullying "virtual" ou "digital" (levado a cabo com recurso a meios como a Internet ou o telemóvel) durante os últimos casos.

(08/08/2012)